A Trabalho, Educação e Saúde (TES) é uma revista científica em acesso aberto, editada pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, da Fundação Oswaldo Cruz.

Educação permanente em saúde: práticas desenvolvidas nos municípios do estado de Goiás

  • Rosilene Marques de Souza Barcellos
  • Leila Medeiros Melo
  • Larissa Arbués Caneiro
  • Anna Carime Souza
  • Dione Marçal Lima
  • Lenora Taveira Rassi
  • Rosilene Marques de Souza Barcellos

    Universidade Federal de Goiás, Faculdade de Medicina, Programa de Pós-Graduação em Ensino na Saúde, Goiânia, Brasil.

    Leila Medeiros Melo

    Universidade Federal de Goiás, Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública, Departamento de Saúde Coletiva, Goiânia, Brasil.

    Larissa Arbués Caneiro

    Universidade Federal de Goiás, Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública, Departamento de Saúde Coletiva, Goiânia, Brasil.

    Anna Carime Souza

    Universidade Federal de Goiás, Faculdade de Educação, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Goiânia, Brasil.

    Dione Marçal Lima

    Universidade Federal de Goiás, Faculdade de Farmácia, Goiânia, Brasil.

    Lenora Taveira Rassi

    Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia, Goiânia, Brasil.



Resumo

A educação permanente em saúde é orientadora de processos significativos de aprendizagem e propõe a produção de resultados efetivos nas ações de saúde. O estudo teve por objetivo delinear o perfil das práticas de educação permanente em saúde nos municípios de Goiás, na perspectiva dos representantes da área. Esta pesquisa transversal utilizou questionário semiestruturado, respondido online pelos participantes. A maioria dos informantes é referência local da educação permanente em saúde (68,9%), são enfermeiros e com função de Coordenadores da Atenção Primária (31,8%). Predominaram municípios que identificam a existência de educação permanente em saúde em seu território (66,2%). Em geral, as ações são promovidas pelo próprio município (61,3%) ou pela regional de saúde (37,9%), destacando-se a educação continuada, seguida da (re)organização dos processos de trabalho e a educação em saúde. Fatores atitudinais, de relações interpessoais e de recursos humanos foram apontados como os desafios mais frequentes. Com base nesse diagnóstico, entende-se que a maioria dos problemas identificados é passível de intervenção. Este estudo apresenta subsídios para planejamento estratégico de educação permanente em saúde, apoio às instâncias responsáveis pelo seu fomento e gerenciamento nos municípios, bem como fortalecimento de suas ações nos serviços de saúde.

Palavras-chave

educação continuada,
educação profissional em saúde pública,
saúde pública

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